Arquivos | November, 2008

moço, tem desse modelo no 41?

28 Nov

Definitivamente estou passando por aquela fase complicada de números ímpares, o que no Brasil é extremamente difícil. Não entendeu? Eu estou vestindo 41! As calças 40 ficam meio apertadinhas (banhas pulando, not) e as 42 ficam meio larguinha (cofrinho aparecendo, not). Não fazem nada no tamanho 41? Aí não dá!!!

Na dúvida, eu compro 42 (por incrível que pareça, vestir uma calça 42 me deixa mais magra do que uma 40, porque não tem barriguinha sobrando, mas pano sobrando – fica a dica). E, enquanto não sai uma norma obrigando as confecções a criarem números ímpares, tem que dar truque, né?

Vocês também usam números ímpares? Qual o truque de vocês nessa situação? Faixas? Cintos? Calça mais justinha? Calça mais larguinha? Help me!

pós-graduação, aí vou eu!

27 Nov

Depois de muita luta, muita dúvida, muita pesquisa, muitas contas para “fazer caber” no orçamento… Fiz a matrícula na pós (música de vitória). Tá, eu fiz um mega suspense, mas a pós que escolhi foi… Jornalismo Literário.

Minha chefe disse que “tá na moda”, mas não achou ruim… rs

Não é o fato de ser “moda” que me fez optar pelo JL. O lance é que eu trabalho com livros de não-ficção e sua grande maioria são gêneros de JL (memórias, biografias, livros reportagem, divulgação científica…). Não quero escrever (se bem que vai ser bom voltar a praticar), quero entender melhor o lado de quem escreve para ser melhor aqui no lado de quem publica. E, por fim, quero desenvolver um faro mais aguçado, mais jornalístico, para saber o que vai ser moda daqui uns dois anos.

Afinal, não é todo mês que eu tenho um best-seller em mãos, então tem que se esforçar.

Sorte para mim, né? 2009 vai ser um ano de muita coisa. E, sim, depois de dois anos dá um friozinho voltar aos bancos escolares… rsss

fotos de brotas

27 Nov

Ah! Ainda tem muitas fotos que eu queria ter recebido, mas o pessoal não mandou… snif, snif… Enfim, já tem um álbum bacana lá no meu orkut, mas está fechado para amigos… Quer ver? Me add! Hehehehehe…

Só falar que lê meu blog, que eu tô aceitando… :**

voltei (ai, ui)

24 Nov

A natureza bate… com força! Tá tudo doendo… Mas foi bem legal!

A minha viagem para Brotas pode ser dividida em duas partes. Nos dois primeiros dias, eu e o Zé curtimos em casal. Passeio aqui, jantarzinho charmoso ali, piscina… Os dois últimos foram mais balada. Fizemos amizade com uma penca de meninas da pousada, fomos no Baile do Hawaii, jantamos lasanha congelada. Ou seja: tivemos um pouco de tudo!

Como a idéia era descansar, não só fazer os esportes de aventura, nós escolhemos apenas dois passeios: rafting e canyoning. O rio estava baixo, então o rafting foi tranquilo (exceto quando o apoio de pé do Zé soltou e ele caiu fora do bote, rs). Já o canyoning foi embaixo de chuva, deu muito-muito medo, gritos mil, tremedeira, “ai eu não vou”… Mas o mais arriscado para mim foi a caminhada entre cachoeiras – com as pedras molhadas e minha falta de jeito, escorreguei várias vezes, caí de bunda no chão… Uma beleza! Mas adorei (só vou de novo em 2015, mas adorei, rs).

Brotas é um problema para quem não vai de carro, porque a maioria dos passeios não inclui o transporte, mas foi dando carona que conhecemos muita gente legal. E, assim que eu pegar o CD com o Zé, vou colocar umas fotos para vocês verem que lindo que é. O visual é fantástico (as dores musculares e contusões também, hehehe). Tem lugares de todo tipo para comer: quilo, lanchonete, restaurante charmoso para namorar, restaurante balada para paquerar… Enfim, o mais difícil, que é ter as atrações e as pousadas jeitosinhas, Brotas já tem. Falta investir no transporte para facilitar a vida dos mochileiros (que são muitos!).

eu acredito em wishlist

19 Nov

Olha, eu nunca pensei que fosse dar certo, aliás, eu achei que minha wishlist iria mofar aí do lado, mas tá funcionando! Da wishlist inicial só falta a viagem para Buenos, não é legal? Hoje comprei a coleção completa do Paradise Kiss aproveitando uma promoção da Conrad, dei entrada no passaporte e ainda comprei duas calças jeans escuras. Uma para cada ano que fiquei sem comprar, né?

Gastei mais do que planejei a princípio, comprei na loja onde sempre compro (e onde não queria comprar de novo para variar mais, sabe), mas fazer o quê se no fim das contas é a M. Officer que salva a minha vida nessas horas? rss O legal foi ganhar presentinhos do vendedor, incluindo um lenço bacana com várias instruções para usar como faixa nos cabelos, na cintura, bolsa, blusa… Bem divertido!

E, para completar, tive um momento infância torrando uma graninha em artigos de papelaria… Mas isso é para presente, estou perdoada. Prevejo gritinhos e “fofos” sendo exclamados no Natal por uma certa pessoa, sabe? :P

a viagem é amanhã!

19 Nov

A viagem é amanhã e eu preciso ver se a câmera tem bateria suficiente, arrumar as malas, correr no shopping na hora do almoço para compras umas coisinhas… Ai, que delícia! E obrigada pelas dicas de todo mundo, especialmente da Mary, que está acompanhando a “saga Brotas” desde o comecinho via twitter, né? :D

E ainda achei um vídeo no IuTuba mostrando “o que há de bom em Brotas”. Porque se não está na YouTube, não existe!!! rss

Confesso que nem fiz a unha para não passar nervoso com esmalte lascando, hahahahaha…

economia burra

18 Nov

Uma das piores coisas que o mundo virtual ajudou a proliferar foi o famoso “jeitinho”. Sabe como é? É a preguiça de procurar as coisas e aprender sozinho, a sensação de que podemos ter tudo “de graça” porque está online mesmo, sem falar no famoso ctrl+c ctrl+v. E no orkut ficou muito mais fácil… É um festival de “Como faz para baixar tal CD? Tal seriado? Tal livro?”.

Opa, opa, opa… Você quer fazer um download gratuito do livro que EU me matei para editar meses a fio, que teve um mega leilão super concorrido, tradutor, preparador, revisor, diagramador, capista, fotógrafo, ilustrador… Sabe o trabalho de quantas pessoas você está pirateando? Sabe quanto custou tudo isso? Isso me deixava doida, juro.

Mas os tempos são esses, todo mundo baixa tudo pela internet (e músicas e filmes são bem mais comuns e fáceis de piratear do que um livro, afinal, você terá que escanear todas as 300 páginas e montar um arquivo, enquanto o CD é só apertar ctrl+c). Então não adiantava eu espernear, nem fazer discursinhos moralistas de meia tigela, já que também assisti filmes piratas, ganhei CDs com gravações de diversos amigos… E isso tudo porque alguém fez uso do “jeitinho” em algum momento.

Aí aprendi a ser mais sossegada. Aprendi a brigar por livros mais baratos para concorrer com esse mercado. Aprendi a deixar quem quiser dar jeitinho de lado, que eu não vou perder tempo isso. Mas ainda tem um momento em que o jeitinho me irrita profundamente. É quando ele vem da pão-durice aguda. Da economia burra mesmo.

Vamos falar a verdade… O que é 20 reais hoje? Uma revista custa uma média de 10 reais. Uma entrada no cinema passa dos 10 fácil, fácil. Um lanche do McDonald’s também. Então como alguém que tem a CORAGEM de me falar que quer piratear o livro em que investi muuuito dinheiro (da empresa) e muito tempo (meu e de outras trocentas pessoas) porque ele custa um absuuuuurdo de caro.

Sabe quanto? R$ 19,90.

20 reais caralhos voadores!!!

Isso é demais até para mim, que sou creuza. Não adianta falar que “tem muita gente que não poder pagar 20 reais” que isso é a maior balela do planeta. Qualquer pessoa que tem dinheiro para ficar enfiada na internet todo dia tem 20 reais para pagar em um livro sim, fora que imprimir 300 páginas também não sai nada barato. Pense quantas horas você levaria para ler isso em um PDF, multiplique pela hora da lan house do bairro mais popular da sua cidade e me fale se sai mais barato mesmo. Duvido! Então não vem com esse papinho mole. Não tem dinheiro para comprar? Pega emprestado de um amigo, aluga na biblioteca. É de graça também.

Eu até compreendo copiar livros que não têm mais circulação, raros, que não vendem no Brasil, custam uns 100 paus, porque você precisa ler só um capítulo para a escola ou a faculdade, sei lá… Todas essas desculpas são melhorzinhas – veja bem, melhorzinhas. Mas me falar que é porque “tem muita gente que não tem condição de pagar 20 reais” comos e você estivesse nesse grupo (e aí tá lá no botecão gastanto três vezes isso em cerveja) é de doer, hein?