Todos estudamos a long time ago (or not) na quarta série, que agora é a quinta série by the way, que os planetuchos do so called sistema solar fazem dois movimentos básicos: rotação e translação. Tudo influenciado pela força gravitacional que o tiozinho da maça, Mr. Newton, nos ensinou em uma de suas leis. A translação é o movimento mais legal, primeiro pelo nome, segundo pelo sol e terceiro porque Galileu Galilei "mas que ela gira, gira" defendeu até ser ameaçado pela Igreja de ir para a forca or even worse.
Ok, o que esse texto miguxo e cheio de termos em inglês tem a ver com a minha vida? Boa pergunta!
Vamos supor que eu seja o sol (pouco me achando). A minha força gravitacional atrai corpos celestes (ou não, rs) para girarem em minha órbita. E eles giram! Eu tento me esconder, eu tento dar motivos para eles se afastarem, mas eles continuam girando ao meu redor. Aí, um belo dia, eles descobrem o movimento de rotação e giram em torno de si mesmos. O que acontece? Bem, eles descobrem que também possuem uma força gravitacional, eles descobrem que existem outros corpos celestes além do sol aqui — alguns, por sinal, girando em torno deles! E isso é fundamental! Não importa o método necessário para rotacionar, importante é ter consciência de si, se admirar... Afinal, a gente atrai pro nosso campo gravitacional o que emana pelo mundo (O Segredo, oh!) e quem tem amor-próprio emana amor, o que atrai amor e assim vai!
Mércurio, Marte, Júpiter... Um dia todos eles giram em torno de si mesmos. Até acharem que são o sol de seus sistemas solares. E eu só posso fazer uma coisa: agradecer! Nesse lance de sistema solar, meu sonho é ser Saturno: anéis, luminosidade, muitos satélites... e um sol para admirar.



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