A famosa auto-sabotagem ataca novamente. Não sei porque faço isso comigo mesma. Sabe aquela história de "quem procura, acha"? Então... Eu achei. Não sei nem como, quando vi tava me dando conta de tanta coisa da qual fui deliberadamente excluída. Uma simples frase que provavelmente foi escrita para me provocar e, sim, fez um puta efeito. Doeu. Tá doendo. Uma dor de dar lágrimas nos olhos.
Essa é a versão "amizade" da auto-sabotagem, que geralmente me ataca na versão "amor". O amor vai bem, obrigada. E amigos também, eu tenho uns muito queridos, o suficiente para que eu possa me dedicar de verdade a eles. Mas sabe quando você perde alguém e não se acostuma com isso?
É o que aconteceu comigo. Eu perdi. Pior: num mal-entendido. Se eu tivesse tentado ser perversa e realmente prejudicar alguém, ok, estaria pagando por um erro. Mas o meu erro, até então, parece ter sido medrosa e ter dado ouvidos demais a conselhos do tipo "o melhor para você é ficar longe mesmo". Não vou negar que todas aquelas acusações doeram. Ver que você não confiava em mim como eu confiava em você doeu muito, muito, muito. No entanto, hoje, a minha pergunta é se isso doeu mais do que a falta que você tá fazendo...
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Sim, eu costumo ser muito tola e achar que as pessoas gostam de mim como eu gosto delas. Eu esqueço que sou desinteressante e descartável... E costumo me esforçar em demonstrar para as pessoas como elas são importantes e fazem diferença para mim.
Na verdade, eu fico me perguntando se é a sua falta que dói ou a sensação de que simplesmente fui dispensada quando não era mais necessária. Deve ser a segunda opção. De qualquer forma, não importa se vai ser melhor ou pior falar com você. O que importa é que isso vai me dar paz de espírito, por mais dolorida ou inútil que essa conversa possa se tornar.
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Mas... O show tem que continuar! E o namorado tá aqui em Sampa, então deixa eu aproveitar e curtir um colinho... ;)



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