Arquivos | March, 2007

sexta

30 Mar

Hoje é sexta. Tem happy hour. E eu tenho fones novinhos! (|*_*|)
This will be an uncertain time for us my love. I can hear the echo of your voice in my head singing my love. I can see your face there in my hands my love. I have been blessed by your grace and care my love. There’s a place for us sitting here waiting for the sun and it calls me back into the safe arms that I know. For every step you’re further away from me my love I grow more unsteady on my feet my love. Oh now there’s a place for us sitting here waiting for the sun and it calls me back into the safe arms that I know. Now we’re waiting for the sun, yeah, we’re waiting for the sun
~ Powderfinger ~ Waiting For The Sun
[se tiver de bobeira...]
Eles estão chegando! Mais um site ao estilo “o que tem no copo vermelho”, dessa vez com pessoas segurando cartazes na Paulista. Hum… Teria alguma coisa a ver com Tartarugas Ninjas?? Haha… Pense… Eu não sei…

leila diniz

29 Mar

Tô lendo uma biografia da Leila Diniz aqui. Caraca, eu adorei ela. Ariana das boas! E se toda mulher é um pouco Leila Diniz, eu sou muito! Tava vendo a entrevista que ela deu ao Pasquim, sensacional. Eu também sou uma mulher que, solteira, tem mil casos. Mas, se estou com alguém, sou fiel. Como disse Leila, geralmente sou fiel quando as coisas vão bem. “Fico muito ocupada com a pessoa com quem estou”. E sim, como ela, “já quebrei a cara muitas vezes [por ser assim], mas só me arrependo do que deixei de fazer”. Há!
Eu estou numa fase muito Leila Diniz, de “procurar em mim, saber minhas coisas, meu caminho, minhas verdades e ser como sou”. Livre. Mesmo que isso me custe ficar sozinha, porque agora o mais importante é me conhecer de verdade, desafiar minhas próprias convicções, sabe? Me permitir viver outras versões da mesma história… Hoje eu acredito que se conhecer e se assumir, sem medos, é o verdadeiro segredo para a felicidade.
Não gosto de viver isolada, pelo contrário! O que eu não quero mesmo é alguém me privando de fazer o que me der na telha, conhecer pessoas novas, sentar num balcão e ficar horas falando de arte, política, educação e filosofia com desconhecidos, sair de casa sem hora para voltar, às vezes nem voltar pra casa! Não quero ninguém mais sugando minha felicidade, meu sorriso no rosto, minha disposição e interesse por tudo e todos que passam pelo meu caminho porque se sente inseguro com essa minha abertura para a vida. Até porque esse é o meu maior charme, meu imã pessoal.
No futuro, eu até acredito que vou ser mais contida, menos impulsiva diante das possibilidades e das pessoas. Mas agora eu preciso disso, é uma necessidade maior do que eu — e me faz bem, acima de tudo, ser assim: aberta, exposta. Eu me sinto confortável quando vivo as emoções sem medo, sem contê-las. Infelizmente, não encontrei nenhum rapaz que compreendesse isso… Mas não é que desisti, só mudei a prioridade para ser feliz comigo, de dentro para fora, e não mais ficar esperando o príncipe que vai me salvar e me fazer “feliz para sempre”. Só isso.
“No fundo, sou uma mulher meiga, adoro amar, não quero brigar nunca e queria mesmo é fazer amor sem parar. Eu adoraria isso. Mas, enquanto não posso, não vou me acomodar a uma série de coisas que, para mim, não significam nada”. Foi a Leila quem disse, mas eu assino embaixo.

masoquistas e seus sádicos

28 Mar

Todo masoquista sonha em encontrar um sádico para chamar de seu… ;-) Parece que há um prazer imenso em sofrer na mão de quem não te quer, de quem não te valoriza! Eu tô ficando com a sensação que tem gente de sobra nesse mundo sonhando em “endireitar” alguém. Aquela pessoinha problemática, aquele cara galinha, aquela menina fresca… Como se você fosse dar uma lição na pessoa e – o que é pior! – torná-la no que você quer. Qualquer coisa menos ela. Qualquer coisa menos a pessoa por quem você se apaixonou…
Mas afinal, por que somos tão burros a ponto de nos apaixonar justamente por quem não presta? :P Seria porque a pessoa representa tudo aquilo que queríamos ser e não temos coragem? Exemplo óbvio: por que tanta gente se encanta sempre com quem tem namorado? Por que você só percebe o valor de quem era apaixonado por você quando essa pessoa desencana e se envolve com outro alguém? E por aí vai…
A duras penas, aprendi o valor do não. “Não” vale muito. “Não” é uma delícia. Tem gente que precisa de um não. Quando eu digo não, invertem-se os papéis: eu sou a sádica, eles os masoquistas. E eu prefiro o novo cargo.
Afinal, quem bate nunca lembra. Só quem apanha…

pós-placebo

28 Mar

Ontem fomos no show do Placebo (ganhei ingresso, horray). Perdemos Gram, mas tudo bem. Eu não conhecia a maior parte das músicas porque são do CD novo e eu não sou uma super fã de Placebo, confesso. Mas os grandes sucessos eu conhecia sim! E curti muito!
Mas o show tava vazio, família. O pessoal tava calmo demais… Você ouvia os caras cantando na maior parte das músicas e não aqueles berros de fãs descontrolados querendo “cantar junto”. Ninguém te empurrava, as pessoas davam licença se você queria ir mais pra frente (!). O show começou bem no horário e você conseguia andar numa boa. Levei uma (sim, só uma) cotevalada e, tirando o pessoal suado gosmento grudando em você, o pior que aconteceu foi que quebrei uma unha em Every You Every Me :P
Os cambistas estavam desesperados na porta e a Folha diz que vendiam ingresso por R$ 80,00. Cara, eu vi neguinho vendendo ingresso por R$ 50,00, negociando dois por R$ 90,00! Perceberam o desespero?
Tinha um emo atrás de mim fazendo graça, falando com voz afeminada “sua bescha” entre outras idiotices que nem os amigos deles acharam risível. Menininhas de saia plissada, meia arrastão, maquiagem pesada, tudo preto. Caras que eu jurava que tinham acabado de sair de uma balada na Vila Olímpia. Casais apaixonados. Gente que veio direto do trabalho. Gente que me ofereceu chiclete sem me conhecer (!). De tudo um pouco.
Saldo final: adorei!

mensagens offline no msn que acabei de ver

27 Mar

…a conversa sobre qq coisa que tenhamos feito, possíveis reclamações, a novidade a respeito das duas pessoas que você tinha brigado e fez as pazes hoje, a conversa normal sem zoeiras, um possível convite seu para me chamar pra ir num bar e a certa recusa (e eu vou recusar até receber, ou quiçá, roubar um banco. E a segunda é mais simples) minha, o que iríamos falar a respeito do radinho hoje…
…o seu tchau, a conversa que vou puxar só pra ficar dez minutos a mais falando com você, a nova zoeira um com o outro, o seu segundo tchau e um comentário seu sobre algum fato aleatório sobre você que nos levará a pelo menos mais meia hora de conversa, a despedida definitiva, os beijos de tchau e a zoeira um com o outro.
Fora os extras.
Tudo isso você pode imaginar e…
Cacete, você entrou

megacombo quer crescer

27 Mar

Um site megalomaníaco como o pequeno megacombo sempre tem seus sonhos de grandeza. E eu estou há mais ou menos uns seis anos enrolando para fazer meu portifólio (decente), perdi muitos trabalhos legais no caminho que deveriam estar arquivados nele… Mas vou adiar de novo. Porque agora eu cismei que quero um blog temático. Melhor, dois. E eu vou fazer devagar e sempre, como boa taurina que sou. :P
Aliás, um já comecei a escrever os textos, buscar parceiros e a pensar no layout. Eu queria saber fazer ícones bonitinhos, caramba! Alguém aí pode me ajudar nisso?
Eu fico o tempo todo me perguntando se vou levar a idéia adiante, mas eu tô animada, os projetos são super bacanudos! ;-) De qualquer forma, só vou divulgar quando estiver mais ou menos começado, do jeito que está agora não tem nem como…

livros

26 Mar

Eu acho que no fundo todo mundo gostaria de escrever um livro. Afinal, não é ótimo ser lido por milhares de pessoas? Se não fosse, não teriam tantos blogs por aí, né? E eu não receberia tantos e-mails de pessoas me oferecendo seus livros, afinal já faz DUAS SEMANAS que eu trabalho numa editora… :P
Eu fiquei muito feliz hoje quando vi na FolhaTeen uma matéria sobre “Como publicar seu primeiro livro”. Infelizmente tem aqueles lances de senha para ler… Mas aí vão os links: Como chegar ao primeiro livro e Editores dão algumas dicas para encurtar o caminho.
Resumindo, é aquilo que todo aluno de produção editorial já sabe (ou seja, 0,000001% da população :P). Você quer escrever? Então comece lendo. Não adianta querer fazer livros (seja o que for nesse processo) sem gostar de ler e praticar muito. Muito. Muuuuito. Aliás, não conheço ninguém que realmente trabalhe em uma editora que não goste de ler “de verdade”. Claro que sempre tem os que não seguem o padrão, mas aí trabalham sem paixão. Se ser cobrador de ônibus desse mais dinheiro e/ou mais status, com certeza você os veria num “Lapa R” da vida e não numa editora…
Mas aí você lê horrores, já escreveu uns três projetos de livro e sonha em vê-los publicados com um selo famoso e estampado na capa que você é “o novo (insira o nome do seu escritor favorito)”. Calma. Se você nunca teve nada publicado, nem uma crônica em jornal do interior, vai ter que começar mais modesto. Há um sem fim de editoras pequenas pelo Brasil que são especializadas justamente em autores jovens, novos, desconhecidos, diferentes… Sim, você pode ser um deles!
Como você faz? Você entra no site da editora e, antes de mais nada, olhe o catálago deles. Não adianta mandar um livro de poesia para uma editora que só publica prosa. Muito menos mandar um texto erótico para uma editora católica. Mas você viu que o catálogo tem tuuuuudo a ver com seu livro. Legal! Procure um meio de contato com eles e seja esperto, leia as informações no site. A maioria das editoras explica como fazer para enviar seu original. Antes de você perder tempo e dinheiro imprimindo 400 páginas e mandando pelo correio, provavelmente você terá que mandar um resumo do seu livro e uma apresentação pessoal. Se você tiver um bom texto e um quê de sorte, seu livro poderá ser publicado. Yay! Essa é a parte mais legal. Particularmente, é a parte que eu mais gosto, rs
Boa sorte e sucesso a todos!