Estou aqui ouvindo Wash e FireFriend, que nem precisa linkar mais de tanto que eu falo, né? Enfim... Instrumentais ótimos... Adoro.
Tô pensando em altos e baixos. Ontem eu fui numa reunião com todos os representantes de sala da Anhembi e a reitoria. Eu já conhecia o reitor da facul, ele é ótimo e engraçado. Eu fiquei pensando como as coisas mudaram nesses quatro anos e que eu e outros alunos mais "invocadinhos" brigamos e conseguimos. Claro, ainda tem muito o que mudar, mas são vitórias que valem ser comemoradas sim!
Depois os caminhos da vida, como eu ainda quero fazer tantas coisas e questiono minha profissão (será que escolhi a coisa certa?). E fico feliz em ver que todo dia eu recebo anúncios de vagas em todos os cantos do Brasil para programadores de PHP. E que o meu nível para algumas empresas já é considerado "intermediário". Dá ânimo estudar mais, mais, mais, investir. Afinal, essas vagas existem justamente porque falta gente qualificada. Mas aí recebo um newsletter sobre radiojornalismo e penso: "hum, isso deve ser ótimo!" Enfim... Dúvidas, dúvidas, dúvidas. A força gravitacional de Mercúrio balançando minha vida!
Eu acho que foi aquele papo de "como você se imagina daqui a 10 anos?". Eu tenho uns planos para daqui a 10 anos:
-- Estar pagando minha casa própria
-- Ter uma pós (ao menos)
-- Ter ido ao exterior ao menos duas vezes (sim, duas)
-- Não ter filhos, mas ter condições de planejar tê-los
-- Plantinhas e um bichinho de estimação
-- Independência financeira, oh-yeah
Acho que depois de tanto tempo solteira, eu desencanei dessas coisas de "estar com alguém e bla bla bla". Sabe que eu estou numa de relacionamentos aéreos (daqueles que existem mas não existem de fato) e estou tão despreocupada como raramente fico que... Ah, é bom, viu! Eu cheguei a conclusão que para eu ser feliz eu terei que buscar um emprego que me permita prosperar. E o que é prosperar para mim? É poder comprar um lar para chamar de doce e meu, poder viajar e poder continuar com os mimos que eu tenho hoje. Não acho ambicioso não... Mas sim, é um futuro meio egoísta e financeiro.
No entanto, aqui bate um coração e eu até faço poeminhas no ônibus a caminho do trabalho...
Falta...
O que falta em você já não faz falta
O que é excesso em você já me é o mínimo
E viver sem ter você é sacrifício



Adoro esses planos de futuro que são egoístas e financeiros.
Se tiver alguém do lado, melhor.
E eu tenho o e-mail do Selton Mello.
Rá!