Arquivos | November, 2006

TCC

24 Nov

Foi ótimo, tudo correu bem, o livro ficou lindo, os slides prontos a tempo… Só elogios, nenhuma pergunta… Enfim… Eu diria mais, mas estou correndo aqui. E hoje eu já corro pro colo da mamãe que eu mereço!!! Ahhh que delícia! :-)
Bom fim de semana a todos!

Frio na barriga

21 Nov

Hoje ainda é só frio na barriga porque amanhã eu defendo meu TCC pra banca. A sorte é que nossa professora mais querida vai estar lá! YES! O ruim é que nosso livro vai ser encapado apenas amanhã e ainda não conseguimos achar três camisas femininas azuis da cor certa e de um modelo que caia bem em três meninas com corpos COMPLETAMENTE diferentes. A rapadura é doce, mas não é mole não.
E eu estou aqui travestindo a minha ansiedade de felicidade. Afinal, só mais dois dias e… Formados!

Sonhos…

20 Nov

Antes de dormir, eu sonho acordada que ele aparece lindo no auditório e eu estou ali, ansiosa para subir no palco e terminar a faculdade. Então eu abro aquele sorriso, ele também, eu corro para abraçá-lo. E nos abraçamos, girando, na ponta dos pés… Olhos no olhos, um beijo doce, longo, profundo…
“Juliana, como você é ridícula”, penso. E começo a dormir.
Não contente, o inconsciente também sonha. Yes, é a minha imensa ansiedade que anuncia: está aberta a temporada de sonhos loucos! Um sonho que misturava a novela com a minha vida e coisas surreais.
Era noite, garoando, eu estava num flat perto da Marginal Pinheiros (uma Marginal Pinheiros que saiu do Blade Runner, diga-se de passagem) e estava brava com um cara porque meio que peguei ele mentindo para mim. E fui embora para um prédio onde tinha uma exposição, sempre três quadros fazendo a seqüência de uma cena. O engraçado é que o tema da exposição era Universo Feminino e os quadros mostravam ruas de vilas italianas ficando alagadas.
Ouquei, eu subi e tinha um casal sendo atendido por uma ginecologista. Esse casal parecia com um da novela das oito. E a mulher nervosa falava sobre pílula, explicando para o marido que não tinha problema atrasar um pouco e a ginecologista a defendia… Então um vento bateu e um adesivo colado na mesa da médica, que era de cimento com um tampo de vidro, descolou e mostrou um buraco, mas ele não atravessava até o outro lado. E essa cena caiu meio como uma revelação para a paciente que ficou ainda mais nervosa.
E a médica levantou e disse “tudo bem, estou saindo de férias, depois de 14 anos é o que eu mereço”. E eu apareci, eu era uma espécie de psicóloga no sonho e disse “ela está aqui só por causa do maiô. Aliás, vocês viram a exposição?”. E na exposição tinha um quadro de uma moça nadando numa piscina com um maiô verde com um círculo vermelho, que (é louco, eu sei), mas era esse o círculo que “faltava” na mesa da médica.
Apesar de todas essas mensagens que não entendi, eu gosto de sonhar. Nos meus sonhos eu sempre sou mais bonita do que aquilo que o espelho mostra.

Nas bancas

20 Nov

Nas bancas desse mês eu já li a Rolling Stone e parei várias vezes no meio de um parágrafo da matéria sobre a Cientologia porque fiquei realmente impressionada com toda essa coisa louca de Xinu, galáxias super populosas, controle da MEST, OTs, questionário de Oxford, e-Meter e o caramba. Eu fiquei tão impressionada que foi uma das poucas coisas que li ultimamente que ficou na minha memória por mais de um dia!
O importante é que a Rolling Stone desse mês tem uma página de FireFriend!!! E chega de falar deles aqui, cansei, rs
Também tem a TPM que eu comprei porque está com a super Bel Pimentel na capa e vocês nem sabem, mas nós aqui do Náutica Online demos uma help pra TPM fazer essas matérias com a Bel e a Bruna. Sabe, eu amava TPM, lia sempre. Ai uma edição qualquer me deu uma birra porque parecia que as jornalistas faziam parte de um clubinho “super descolado” e a revista era o blog delas, enfim, me deu uma raivinha… Mas passou. Só que tem uma coisa: eu tô louca ou sumiu um pedaço de uma matéria? @_@

it’s broken

17 Nov

can’t hear myself singing the same sad song
Desilusão… É triste constatar que é essa a causa de toda a minha ansiedade e insatisfação. Como assim? Simples. Eu sou uma pessoa que costuma acreditar nas coisas, ir com fé, se jogar com tudo – e se doer, doeu, c’est la vie. Mas agora eu tô fingindo que sou a mesma, mas não sou não. Agora eu ameaço pular, vejo todo mundo caindo e fico lá em cima pensando: será que vale a pena? Ou eu vou me arrebentar de novo?
Todo mundo sabe que muitas perguntas e poucas ações fazem mal ao coração. Yep! Diagnosticado. E já ouvi muitas opiniões a respeito, todos concordam. Inclusive quanto ao vermizinho que causou isso tudo. Agora a cura… Um novo amor? Eu me pergunto se é necessário. Porque eu tô tão afim de ficar assim, sem me apaixonar por ninguém, por muito e muito tempo…
Aliás, se tiver que acontecer, vai acontecer mesmo, né? Esse tipo de acidente costuma ser inevitável. Então vou ficar aqui na inércia. Enquanto não me empurrarem eu vou continuar paradinha, só observando os outros se divertirem e viverem como eu costumava viver.
Normalmente as pessoas dizem que eu saio fácil dos relacionamentos. Nesse caso – e eu já tô vendo um amigo em especial no MSN me zoando – a maioria diria que eu ainda tô encanada no mesmo cara de meses atrás. Meu, pior que não. Não tenho a menor vontade de saber o que ele faz ou não faz da vida. Demorou, mas desencanei desse. E de todos. Aí é que tá… Será que pra esquecer uma pessoa a gente precisa esquecer de todo mundo?
Eu tô nessa de querer me envolver com vários para não precisar me envolver mesmo com ninguém. Claro que nesse hall of fame tem um top, que é aquele cara que se me ligar eu desmarco com o papa e saio com ele. Dãh. Ele é o que mais me diverte e o que parece estar mais “aí” pra mim. Mas confiar nele? Há! Essa é boa!. E cada bobagem, curva, tropeço, ausência, palavra mal colocada… Qualquer coisinha serve para eu dizer para mim mesma: tá vendo, não vale a pena.
Mas será que alguém vale a pena? Ultimamente eu sou a última pessoa que eu recomendaria para alguém se apaixonar… Ainda assim, eu gostaria de ser “aquela que vale a pena” para alguém.
Ontem eu tava comendo uma pizza com o Davi (porque agora na minha vida só há espaço para as pessoas do meu grupo do TCC e isso é real) e brinquei, mas hoje de manhã acordei pensando que tinha um enoooorme fundo de verdade, que quando acabar o TCC eu vou sentir falta de ter essa “desculpa” para fugir das pessoas.
Quer a real? Vou mesmo!

show do firefriend

16 Nov

Pra quem perdeu!
Quem muito me conhece talvez reconheça uns gritinhos meus no fundo…

do que adianta ter vida pessoal?

14 Nov

– Sua mãe cozinha bem?
– Opa!
– Então vou lá comer.
– Ok. Tem alguma coisa que você não come?
– Homem.
– Tá, não teremos homem pro almoço… :(
– Hehehehe…
– Normalmente os almoços com visitas são aos domingos.
– Tá.
– Ah, e não discuta com o meu padastro.
– Por quê?
– Porque se ele não for com a sua cara, nunca mais você entra em casa.
– Sério?
– Sério!
– Não vou mais.